|| NOSSAS AÇÕES

Casa da Juventude

O Programa Casa da Juventude (CAJU) criado em 2006 reúne cerca de sete projetos com enfoque em ações e serviços destinado a criança e ao adolescente. Tendo como principal objetivo o desenvolvimento de uma metodologia de trabalho participativa, metodologia esta intitulada de Jeito IBISS|CO de Fazer e Educar que busca, o fortalecimento e o desdobramento de uma postura que contribua para o protagonismo de meninos e meninas – crianças e adolescentes; advindos de realidades e contextos diversos, como escolas urbanas e rurais, bairros periféricos, comunidades tradicionais, quilombolas e indígenas e contextos urbanos.

Os projetos que compõem a Casa da Juventude atuam de modo a assegurar o acesso e reconhecimento de uma vida digna e segura à crianças e adolescentes conforme preconiza os Direitos Humanos e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).  Sendo os seguintes trabalhos realizados pelo programa:
 
•    Capacitação de educadores, agentes sociais, lideranças comunitárias e conselheiros tutelares;
•    Oficinas com jovens que vivem e convivem com HIV/AIDS e Ist´s; E/ ou mesmo em situação de privação de liberdade ou conflito com a lei;
•    Produção de material pedagógico; desenvolvimento e aplicação de pesquisa e mapeamento na área social e no enfrentamento à violência sexual;
•    Oficinas com enfoque nos direitos sexuais e reprodutivos para meninas, familiares, professores e agentes sociais;
•    Assessoria na elaboração de Planos Municipais na área social;
•    Coordenação do Projeto Consócio Social da Juventude Marangatu –PNPE/MPE, que oferece capacitação profissional e inserção de jovens no mercado de trabalho.
 
Os projetos relacionados ao CAJU se mantêm por meio de doações de pessoas físicas ou instituições jurídicas de âmbito nacional e internacional. Outra fonte de recurso advém dos editais de chamamento público dos diferentes órgãos governamentais, como o Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Ministério do Trabalho e prefeituras municipais.

 

 

 

Direito de ter Direito

Criado em 2006 o Programa Direito de Ter Direitos (DTD) tem como público destinatário adultos – homens e mulheres. Sua principal atuação centra-se no desenvolvimento de projetos e ações com enfoque nas políticas de enfrentamento a saúde e assistência social a partir do olhar dos Direitos Humanos.

Os principais sujeitos atendido(a)s pelo programa, isto é, pelas ações e serviços são pessoas vivendo e convivendo com HIV/AIDS, IST e Hepatites Virais, com vistas ao acesso e permanência nos programas e serviços sociais. Caracterizam-se por ser profissionais do sexo, homens e mulheres, em contexto de maior produção de vulnerabilidade e exclusão das políticas existentes. 
 
O programa aparece como um espaço político de debate, agendamento (na pauta pública) e vivência dos direitos humanos em contexto humano (individual) e institucional (coletivo) em dimensões local e global. Sua proposta é promover, defender, vivenciar e estimular a incidência política dos direitos políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais.
 
O Direito de Ter Direitos se estrutura em três frentes de atuação: Produção de Conhecimento, Mobilização / Articulação Política e Atendimento Direto as populações-chave e prioritárias conforme preconiza as políticas vigentes.